Silva, ao lado de personalidades, estampa campanha de Hering celebra 30 anos da camiseta World

Silva, ao lado de personalidades, estampa campanha de Hering celebra 30 anos da camiseta World

No ano em que completa 30 anos, a camiseta World – ícone da Hering, se transforma em símbolo de comprometimento da marca com o futuro do Brasil. Em parceria com a MOSS, uma das maiores plataformas globais de crédito de carbono, a Hering anuncia novidades para a sua básica, que passa a compensar o dobro da emissão de CO2e de seu ciclo de vida. A iniciativa tem como objetivo a conservação da Amazônia, com mais de 4,4 milhões de árvores preservadas somente em 2021.

Para comunicar a ação, a marca se inspirou em sua campanha emblemática veiculada em 1997 com a trilha “Com que roupa eu vou?”, de Noel Rosa. A releitura traz uma provocação com o mote “Com que roupa eu vou construir esse novo mundo?” pela voz de cantores de destaque da nova geração da MPB: Agnes Nunes, Alice Caymmi, Duda Beat, Gaby Amarantos, Majur e Silva. Os cenários com mood que destaca o meio ambiente também convidam os consumidores a refletirem sobre sua responsabilidade com o planeta.

A neutralização de carbono da camiseta World reforça o comprometimento das ações de sustentabilidade da Hering. A camiseta icônica da Hering sempre teve em sua essência atributos de sustentabilidade. Desde que foi lançada, é feita sem costuras laterais e sem geração de aparas. A cada camiseta produzida, há uma economia de 33% em matéria-prima e água.

“Com os principais pilares da Hering – moda, sustentabilidade e música – essa campanha nos desperta para algo básico: cuidar do planeta, com uma mensagem que traz esperança e exalta a cultura brasileira.”, comenta Fabiola Guimarães, Diretora de Marcas da Cia. Hering.

Com uma comunicação 360º, a campanha conta com divulgação em mídia offline e online, ativação nas redes sociais, além de mídia em jornais, TV e out of home.

 

Silva

Dez álbuns lançados, turnês nacionais e internacionais, diversas canções autorais, releituras que o levaram à indicação ao Grammy Latino e parcerias com grandes nomes da cena nacional: Silva só tem a celebrar a crescente carreira que começou muito antes de ver seu nome espalhado pela internet. O cantor capixaba deu os primeiros sinais de talento musical aos 3 anos, quando começou a estudar instrumentos como piano e flauta doce. Mais tarde, ainda em sua terra natal, se formou em violino clássico pela FAMES (Faculdade de Música do Espírito Santo). Silva, reconhecido pelas melodias originais, que unem desde elementos da música eletrônica ao universo da música popular brasileira, lançou em 2019 o “Bloco do Silva”, sua imersão ao mundo do carnaval que gerou um registro ao vivo lançado nas plataformas digitais.

Gosto de projetos que me desafiam e me tiram do meu lugar de comodidade”, comenta Silva sobre seu bloco. Em 2014 estreou no evento com a turnê “Vista pro Mar”. Em 2012, Silva lançou o “SILVA EP” e assim começou sua trajetória, que ganhou força com os compartilhamentos e buscas no mundo digital. Com referências como João Gilberto, Gal Costa, João Donato, Dorival Caymmi, J Dilla, Outkast, Billie Holiday e Lulu Santos, conquistou o público pela adesão de diversos estilos que o tornam autêntico no que faz. No mesmo ano, divulgou “Claridão”, primeiro álbum, gravado pela SLAP (Som Livre). Já reconhecido na cena, em 2014 foi a vez de lançar “Vista pro Mar”, aclamado pela crítica e com participação de Fernanda Takai. Eleito o oitavo melhor disco nacional do ano pela Rolling Stone,lhe rendeu também a indicação ao Prêmio Multishow de Música Brasileira e o troféu de Melhor Álbum – iTunes Brasil pelo Melhores do iTunes.

Em 2015, apresentou ao público o disco “Júpiter”, que além de trazer parcerias com Lulu Santos e Don L, teve grande repercussão pelo clipe de “Feliz e Ponto”, que levanta a bandeira do amor livre. “Se eu parar pra pensar na minha vida eu não diria que as coisas aconteceram rapidamente, mas olhando para a carreira de tantos músicos que eu admiro e que demoraram anos para conquistarem algum espaço, aí vejo que pra mim as coisas aconteceram numa velocidade super boa”, comenta o cantor. “Eu sou apaixonado por música e pra mim é um privilégio poder fazer isso como a coisa principal da vida. Encaro como uma missão mesmo e fico honrado de contribuir com esse ouro que é a música brasileira”, complementa.

Com ainda mais foco na MPB, em 2016 lançou o projeto “Silva Canta Marisa”, que além de trazer releituras dos sucessos de [the_ad_placement id=”before-content-placement”]Marisa Monte, também conta com um dueto inédito com a cantora na canção “Noturna (Nada de Novo na Noite)”. Tanto o álbum quanto a música garantiram indicações ao Grammy Latino, nas categorias Melhor Álbum de Música Popular Brasileira e Melhor Canção em Língua Portuguesa. “Quando decidi gravar o álbum ‘Silva Canta Marisa’ algumas pessoas acharam arriscado. Com o tempo, a minha relação com Marisa foi ficando mais próxima e quando ela topou participar do disco cantando comigo a música ‘Noturna’, que fizemos juntamente com meu irmão, aí eu soube que estava fazendo a coisa certa. Esse álbum e essa turnê me fizeram crescer muito como músico e cantor. E além disso ainda ganhei uma indicação ao Grammy Latino, a primeira que recebi.

Um projeto que me enche de orgulho de ter feito”, reflete ele. O ano seguinte foi de produção para mais um disco. “Brasileiro” é um mergulho nas sonoridades nacionais e o levou para uma turnê em Portugal. “Fica Tudo Bem”, escrita por ele e seu irmão, Lucas Silva, é a canção de destaque do álbum – uma parceria com Anitta que atingiu grandes números: o clipe alcançou 40 milhões de views no YouTube e a música foi a mais executada nas rádios de MPB. O álbum teve 94 milhões de streams e 53 milhões de views nas plataformas digitais, o que totaliza mais de 147 milhões de plays do álbum. Seu último lançamento, em maio deste ano, foi o disco “Ao Vivo em Lisboa”. “Se tem uma coisa que eu gosto nessa vida é o tal do ‘elemento surpresa’. As parcerias entram nesse lugar. Porque você para de olhar pro espelho e troca energia com outros artistas que pensam, cantam e sentem diferente de você. Isso me faz evoluir, aprender e surpreende quem está acostumado a me ouvir e me ver de uma certa maneira”, comenta o cantor. Silva compôs, junto a Omar Salomão, a canção “Palavras no Corpo” para Gal Costa, produziu a música “Vira Lata Na Via Láctea” com Tom Zé, para citar alguns. “O importante é ter a cabeça aberta e ir em busca de artistas que têm identidade. Fico feliz de já ter trabalhado com muitos ídolos meus. O cantor coleciona parcerias com renomados nomes da música brasileira”, diz. Além das indicações ao Grammy Latino e a premiação do iTunes, Silva já recebeu estatuetas por “Nova Canção” no Prêmio Multishow de Música Brasileira com o single “Amor Pra Depois” (2013) e Troféu APCA como “Melhor Cantor” (2013). Seu nome também esteve em destaque como Melhor Cantor no consagrado Prêmio da Música Brasileira de 2017.

Em 2020, um ano com tanto planos interrompidos e incertezas, Silva apresenta Cinco, seu quinto álbum de inéditas, onde viaja da MPB ao Soul Music e Ska, com escalas na Bossa Nova, Jazz e samba. O álbum foi inteiramente produzido e mixado por Silva, que o fez de forma 100% analógica. O trabalho de 14 faixas conta com a participação de Anitta, Criolo e João Donato.

Higor Vicente

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