Novo álbum de Djonga vai muito bem nos aplicativos

Novo álbum de Djonga vai muito bem nos aplicativos

No último dia 13 de outubro, aconteceu o lançamento de “O Dono do Lugar”, o novo disco do rapper mineiro Djonga, um dos nomes mais importantes da cena urban nacional. Com temática abordando a masculinidade preta, além do mercado da música, a produção ainda conta com uma capa que faz analogia à obra de Miguel de Cervantes, “Dom Quixote”, e levanta o questionamento: contra quem estamos lutando?

Desta forma, a relevância da obra, que ainda foi destaque em telão do Spotify na Times Square (em Nova York) na semana do lançamento, vem agradando ao público, o que fez com que todas as faixas do disco figurassem nos top 200 das principais plataformas de áudio, com “tôbem” sendo a mais ouvida do álbum. Já o disco como um todo, atingiu o sétimo lugar no ranking mundial no Spotify, enquanto na Deezer, “O Dono do Lugar” foi o segundo álbum mais ouvido do planeta entre 14 e 16 de outubro, em dados levantados pela ONErpm, distribuidora digital das músicas do artista.

“O Dono do Lugar” foi lançado pelo selo “A Quadrilha”, fundado pelo próprio Djonga com intuito de potencializar e profissionalizar o trabalho de artistas da capital mineira. Além disso, o disco conta com as participações de Vulgo FK, Sarah Guedes e Tasha e Tracie. A ideia do disco partiu de um momento em que o artista estava desesperançoso por causa da pandemia, amargurado e a vida não vinha seguindo o fluxo que ele queria, já que sentia saudades dos palcos, e estava um pouco ressentido com o lançamento de “Nu”, álbum anterior, que segundo ele não foi finalizado como esperado: “comecei a achar que o problema era lançar disco, já que vivemos essa febre dos singles. E eu gosto de disco cheio, que seja uma obra conceitual de ponta a ponta e isso martelava na minha cabeça, mas a volta aos palcos me ajudou a colocar as ideias no lugar e aí surgiu a ideia para este trabalho”, afirma, que desta forma decidiu não lançar nenhum single até o fim de 2022 para trabalhar intensamente em “O Dono do Lugar”, cujas 12 faixas foram gravadas ao longo do ano.

Higor Vicente

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